29 de outubro 2012
Ser só, ser. Só isso, ser.
Ser por existir, por ser.
Estar à deriva sem buscar, sem prever.
Passar e apagar. Refazer.
Compreender, respeitar e querer bem para toda a vida que se passou.
Dizer que apagou, compreender a fala e esquecer orgulho, para ir deixando dores, lembranças, para não morrer, para não pesar ou maldizer.
Simplória vontade de só zelar, só carinhar de atenção a alma de irmão amado inconforme, desiludido, ferido.
Dor que não passa e cresce e fere a vida, embaça a visão, destroça qualquer versão.
Hoje na maca de cirurgia, apenas ser só, por não ter e só querer.
terça-feira, 30 de outubro de 2012
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Terror em Realengo!
Está na hora de discutirem-se o que se entende por bem público, papel e responsabilidade dos governos. Entregar filhos à tutela das escolas publicas tem um significado intrínseco: o da tutela, do papel dos responsáveis pela segurança destes espaços, pela organização e pelos papéis de cada um naquele espaço. A embaixadas são zonas neutras de representação dos países no estrangeiro. O quê são as escolas públicas, ditas também espaços onde o Governo tem responsabilidades e se faz presente? nada? um amontoado de professores bem intencionados em fazer dar certo o ensino sem recursos, sem salários dignos, sem segurança, sem rotas de fuga, sem socorro do Estado?
É hora de sairem do papel as idéias.
A iniciativa do sargento foi como voluntário humanitário que é. Imbuído do seu papel de homem, de cidadão.
E onde está o dever dos cidadãos servidores responsáveis pelo planejamento das cidades, da localização das nossas escolas, da estruturação e organização dos espaços onde está depositada a riqueza destas almas inocentes?
Senhores, vamos discutir a organização das cidades.
Praticar-se a cidadania junto aos que têm responsabilidades em suas competências pelos cargos públicos que exercem. Exigir-se e aplicar-se recurso no que é essencial ao cidadão e aplicar imputação de responsabilidades civis.
É hora de sairem do papel as idéias.
A iniciativa do sargento foi como voluntário humanitário que é. Imbuído do seu papel de homem, de cidadão.
E onde está o dever dos cidadãos servidores responsáveis pelo planejamento das cidades, da localização das nossas escolas, da estruturação e organização dos espaços onde está depositada a riqueza destas almas inocentes?
Senhores, vamos discutir a organização das cidades.
Praticar-se a cidadania junto aos que têm responsabilidades em suas competências pelos cargos públicos que exercem. Exigir-se e aplicar-se recurso no que é essencial ao cidadão e aplicar imputação de responsabilidades civis.
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