quarta-feira, 7 de abril de 2021

Seniores boomers, que dias...

 Ah, querido! Aqui está igual. 

Lamento nem ter como te dar uma notícia melhor, tipo o inominável teve um surto de empatia após um raio divino rachar suas ideias de extermínio e se entregou à justiça que o trancou a sete chaves e todas foram entregues por direito reconhecidamente público pelos brasileiros à presidente Dilma. 

Passo seguinte, seremos uma comunidade anarquista apolítica, formada por hermafroditas interplanetários reencarnados durante a pandemia. 

E nós, os fracassados babies boomers seremos expurgados para umas das Luas de Saturno  para formarmos uma nova sociedade, como forma de redenção pelo que não foi feito contra as ideias extremistas que rondaram as urnas sob nossos narizes.


A um amigo e a todos amigos

segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

Índole de Maria

Sem sentido. Essa é a primeira atitude, a de repulsa por que se sabe que guerras pessoais duram somente estritos cinco a quinze segundos para se deflagrarem a partir de um estopim inusitado. 

Abriu a porta, mãos ocupadas com muitas sacolas de compras do mercado e, ali, mesmo enxergando a impaciência com sinais  iminentes de guerra, a vontade de ignorar na mesma proporção de vezes anteriores não durou dois segundos só porque é assim. Não dá.  O amar em todas circunstâncias natural é recomeço do dia, dormir cansado e acordar disposto como se fosse dia de sol todo dia. Hoje em dia, nos menos ensolarados cumpro a regra de ficar em silencio para a nuvem passar. Aprendi com os dias alemães a acreditar na irreversibilidade do sentimento. Não se discute relação (!!! um absurdo sempre natural??? as coisas são e pronto!) ao menos na regra de um determinado alemão.

Podia desenhar a paz segundos antes. Nada de crítica alguma.

Para listar por curiosidade... os controles remotos fora de ordem e em disposição absolutamente irregular uns dos outros. Canais passeando pela curiosidade sobre desenhos animados, decoração do tipo do it yourself, filmes dublados (um horror possível) muito lixo como se fossem férias para enfim pular para opção Netflix.

A paz de mini bagunça rebelde depois da faxina rebelde em vários cômodos e tarefas ao mesmo tempo. O tempo contado e distribuído para lucrar o dia numa única tacada, e render pernas para o ar nos próximos dias.

O descanso perfeito da deusa contava rendimento de R$ 1.200 na caixinha da casa.  Cinco lavagens de roupa ao invés de lavanderia (300), sai faxineira e entre suor e lágrimas próprias (150),  sai terapia com psiquiatra e entra Netflix (750) Ao final do ano, mantido o ritmo e a necessidade de um dose mínima desta fórmula duas vezes ao mês, a economia poderá atingir R$ 28.800. Abismada com o resultado! Vida de Maria pode ser lucrativa.

E, não! isso não é vida. Preciso de um emprego novo? começar e recomeçar e recomeçar. Confrontar a índole Maria de subsistência com o valor roubado na aposentadoria, o país desigual, sem emprego, sem respeito ao trabalhador e de exploração, com o sonho da casa com jardim, com as sonhadas viagens ao México, Chile, Tailândia, Argentina, Austrália e pela extensão do Brasil sem destino e sem hora.

Fazer diferente e fazer resultados verdadeiros na presença dos sessenta e um anos e três meses na prega da boca, na cirurgia de glaucoma com olho torto, na trava de dor no joelho a cada sentada e levantada. Respeito à vida minha e de todos.

Confrontar Maria com a vida.






sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

A quem interessar possa

Ô dia!


Vou começar com "senta que lá vem história".

Corre para todos os lados com sacolas que sobram para apenas duas mãos de uma lista  grande demais para dar conta.

Estamos num sábado e pulei da cama tonta de sono, mas pontualmente às 6, quando às 7 bastaria
"Gosta de correria, imagina!" "Normal para ela! Picas!" Enquadrando o planeta fica tranquilo de entender, só que não.

Não. Não está.

O sonho é estar estatelada no mesmo sofá fonte de filmes e seriados, e nele estar entretida entre o desenho, um bom livro, memórias para deixar. E o dia segue, pede que se socorra o corpo, pede socorro para as almas... e assim nunca o ócio desprovido de finalidade parecera justo.

Três décadas descansando somente no fôlego do sono.

Receita de viver na década de 80: casar aos 22 anos, romantismo nas alturas e pés plantados na independência feminina. Imagem vendida, imagem comprada. Em instantes se torna a solução financeira se acomoda nesta imagem, perde-se a noção, vira-se a que manda nas tarefas do que precisa a casa, os filhos e a família. Envelhece-se de responsabilidades e o corpo sisudo metendo medo aos outros para afastar e se impor no padrão masculino dos negócios.

Torna-se exemplo de quê? de sacrifício.

Assim a vêm e por dentro morre-se  sem notar.

As tardes poderiam ter sido diferentes sem o clichê da independência.

O corpo poderia ser são, manter-se dócil sem revolta, sem se arriscar, sem exigir, sem escorregar.

Ditadura boa seria a de proibir a falácia da publicidade das necessidades inventadas. Geraria mães sãs, sem carga por suprir o todo, e pais talvez mais conscientes de que o clichê as sufoca.


segunda-feira, 16 de julho de 2018

Um estranho

O som nos LPs do passado regando o jantar, as lembranças e as lágrimas permaneceram na solidão de seu silêncio, não as compartilhará comigo, reticências ao meu propósito de conhecê-las.  
Em voz embargada, seu soluço não se convertera nem se entregara livremente em meu colo. Permanecera na distância segura do seu próprio momento como se pouco à vontade estivesse em dividi-las com uma estranha. 
Assim me desfizera. 
Assim me lançara mais uma vez para fora de nós dois. Percorrera por várias vezes e seguirá percorrendo as ruas de outros endereços, na curiosidade incurável da vaidade egoísta por afagos, delícias e prazeres de outras mulheres atraentes, cresce entre nós a mágica solidão a devolver-nos força dos sós. Afrouxa-se a linha, parte-se o cristal. 
Impossível desconhecer que algo vai mal. Somente se a verdade aceita for a das pequenas e grandes mentiras de todo dia.
Mercedes Sosa, Bethânia, Erasmo desfilando e o silêncio de seus pensamentos gritando contra os meus poderiam ser reaproximação e o jantar um grande acontecimento naquela delícia culinária da combinação final. 
Mas o principal tempero faltou: intimidade de outros tempos. 
Músicas ora fartas, ora inocentes ou banhadas em tristeza nostálgica faziam par com o pretexto do preparo da comidinha especial para nos descobrirmos. 
Recatada nas perguntas e nos toques, medi palavras em perguntas curtas sobre o motivo de lágrimas, sem eco firme, nada surgiu e o silêncio permaneceu contido apenas no descanso de um abraço...tremi como criança pequena, desconhecia aquela reação distante, desconhecia o homem que chorava, este homem de lágrimas tristes me soara distante.  
Vira ali apenas a face de quem divide a cobiça e o desejo por outros corpos sem pudor, sem respeito ao sentimento que diz ter por mim. 
Revera a cena do encontro escondido, do olhar de disfarce para mensagem indiscreta e tudo se repete, se repete, se repete, nada muda. 
Tristeza.




sábado, 23 de setembro de 2017

Viajante



Cruzara o corredor longo e estreito observando nas paredes nuas apenas as marcas das lembranças. Guardara-as todas.  O endereço do depósito parecia-lhe a decisão correta, medida de proteção. Por vezes questionara cruzar a linha dos solteiros e arriscar as perdas. Estava decidido a seguir em frente pelo corredor, aquelas coleções ficariam para depois. Por hora, um lugar seguro. Por hora viver o sonho, a celebração perfeita nos detalhes do casamento, uma mágica que deixara passar o que seria inevitável. Um ser incorrigível? Ainda não sei.
Olhos parados sobre a sombra desse vulto viajante é o que tenho feito em longas madrugadas, noites e dias inteiros. Preciso saber onde foi que cruzamos a linha em que a mágica cerimônia de casamento começou a se desfazer como areia. Preciso curar a falha. Sangrar esta ferida até que se esgote de qualquer forma, mas da forma melhor possível. Os seus passos que não seguem adiante, suas mãos não tocam mais a minha porta em busca de meu contato.
As pausas sobre as sombras de quadros na parede deste corredor estão matando nossa vida juntos.
Curiosidade. Excitação. Sexo. Vaidade. Encontros. Não sei conviver com isto.
Tenho muito cansaço deste silêncio e dos segredos em seus olhos cruzando outros olhares e desejos.
Um corredor que nunca se acaba para chegar à minha porta e viver a vida de casal comigo apenas.
Preciso do fogo de fantasias, do desejo, do tesão nos detalhes do que fazemos e somos juntos. Tudo o que me levou a me unir a você está sendo desfeito por esta curiosidade mórbita por excitar mulheres, atraí-las, viver momentos de atração.
Esse vulto vagando pelo corredor não é o que desejo. Estou em frangalhos, meu amor. Exausta.
Flores para a casa, jantar de aconchego, vinho à mesa, música, charuto e carinho na varanda, viagem juntos, a mágica. Volta para mim, saia desse corredor.
Estou exausta.





sexta-feira, 15 de setembro de 2017

#To de cara!


Aquela aceleração voltou.
Engolindo palavras por desânimo ou compreensão do imponderável ser que o outro é. Ânsia. Cabeça pensando sem parar, melhor levantar, começou o looping.
Computador, escrever...não, só ler. ler. ler.
Melhor fazer uma pausa antes de interpretar, inventar, sofrer, pode ser invenção, modo diferente de viver, apenas isto.
Gasto, ou investimento, futuro, grana, isto não para. Looping.
Dia amanheceu, preocupação e deixar correr, compreender, perceber o amanhecer forçado, antecipado.
E quanta notícia não dita por ser assim o dia, uma cordinha de fatos pipocando em e-mails, whatsap, telefone, todo canto. Nada certo. Tudo em risco, correndo, entrevista indevida, pessoas incontroláveis, ansiedade, expectativa, envolvimento e cobrança de atitude, não seria eu mais uma causadora, mas poderia ter sido...que alarme, que situação.
Ainda melhor assim, não engrossei esta linha de cabos-armeiros detonando ao invés de desarmar bombas! não foi desta vez, com a cabeça cheia, coração acelerado, mas a boca fechada.
Pensar, contar até dez mil e confiar no tempo, no sentimento do outro e largar a muleta dos problemas.
Obrigada, vida que segue!

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Espuma e mar

Espuma do desejo
frescor em olhos cobalto
beijou-te
fardo em minha pele quente
me calo

Curioso prazer
clichê da sedução
cheiro do falo
pernas em seda
fetiche
seu regalo

Espuma a banhar e bater
A mostrar e esconder
Apruma e entrega
Mostra-se e afasta
Espasmo de sedução
sua loucura

Curioso escárnio
egoísmo a lograr-me tristeza
Palavras em veludos
sorriso posado
olhos salgados
minha amargura

Espuma branca
Armadilha da vaidade
Brincadeira do tédio
sua traição

Finde-se sonho
água e salmoura em meus olhos
arde, seca e apaga
vai-se o brilho
meu refúgio

História de mesmo falo
revivo
revolve-me
vai e volta
seu desamor

Perde-se
para ganhar
minutos
tesão
foda
meu desapego

sexta-feira, 1 de julho de 2016

#Rio2016

É querer pouco ter um país limpo. Clean. Fair play. Eu quero e me associo aos que querem! Aplausos para Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem pelo que fez até HOJE!

Acordar e fazer uma caminhada antes do trabalho depois de sua consciência tranquila se afogar num travesseiro e cama quentinhos. 

Só que NÃO! Uns têm isto e outros não. País de pouco direito preservado à saúde decente, escola, trabalho, cama, comida e a indispensável cultura do Fair Play em tudo na vida."Fazer o quê?", é conjuntural dizem uns, ou é carma, e assim vai a acomodação de nossos travesseiros e camas quentes com consciências tranquilas, ou não.
É aí que o Fair Play vira balela e se puxa o tapete dos brasileiros, atletas e torcida. Aí o jogo corre frouxo. Não se faz e deixa que façam, e façam o mal feito tão bem feito que se acredita que está certo. 

Só que NÃO! Aplausos ficam para os que acreditaram e fizeram o que tem que ser feito. Aplausos pra equipe do #JOGOLIMPO que colocou de pé a Autoridade Brasileira de Controle do Dopagem, que encampou ação de governança sobre o esporte nacional e luta para sanear o mercado esportivo contra todo aparelho negro do NON SENSE.

É..., se acreditava na plasticidade da força de Lance Armstrong...e ele caiu! É..., se acreditava que o ciclismo enfim aprendera algo com esta aula, e Everson Camilo, campeão brasileiro de ciclismo "foi flagrado no doping com uma grande lista de substâncias proibidas em um teste realizado durante a Volta do Rio Grande do Sul, disputada entre os dias 8 e 12 de abril". " Segundo um comunicado oficial publicado pela Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC), nesta quarta-feira (29), o ciclista foi flagrado com Fentermina; Mefentermina; Epitrembolona; Estanozolol; 3-hidroxi-estanozolol; 16betahidroxi-estanozolol; hCG intacto; 6alfa-hidroxi-4-androsten-3,17-diona; Testosterona; Androsterona; Etiocolanolona; Salfa-androstano-3alfa,17beta-diol; 5beta-androstano-3alfa,17beta-diol; Drostanolona e 2alfa-metil-5alfa-androstan-3alfa-ol-17-ona, substâncias proibidas pelo Regulamento da Agência Mundial Antidopagem (AMA)." (fonte:pedal.com.br). 

É..., os que querem uma NAÇÃO têm que estar de olhos atentos ao ler no noticiário um atleta pego em doping e uma absolvição em seguida. Os Jogos Olímpicos Rio-2016 chegaram e a ânsia por medalhas também.



quarta-feira, 29 de junho de 2016

#JOGOLIMPO


Peço licença para colocar Martin Luther King na nossa conversa daqui: "O que me preocupa não é nem o grito dos corruptos, dos violentos, dos desonestos, dos sem caráter, dos sem ética... O que me preocupa é o silêncio dos bons."
Quando EU me importo, o esforço parece infinito. Dei tudo por princípios e durmo bem à noite. Que fantástico, não basta mas me enche de satisfação, de missão cumprida!
Quando TU, VÓS, ELE ou ELES se importam, o problema não me diz respeito e a conta só vem ao final e ao cabo, certeira, sem piedade. Me omiti ou fui conivente? tanto faz! Dormi à noite? posso ter dormido por um tempo por ignorar e seguir adiante. Mas a conta chega. Acreditem, a conta chega!
Quando NÓS nos importamos...ah que bela governança! Somos uma nação. Olha que maravilha! Vem e vão as gerações, temos filhos, netos, um rol de bichanos felizes, legisladores e executivos compromissados, eleitores conscientes! Que Alice no país das maravilhas!
Eu faço parte do grupo que deseja ser uma NAÇÃO, que quer as questões, os vícios resolvidos, que reclama direitos e justiça, aguardo Alice chegar? pode ser, mas estou orgulhosa por ser assim e exerço direitos MARCANDO cada rostinho no VOTO das próximas eleições, nas redes familiares e de amigos. Vozes que se multiplicam e se mostram nas urnas.
Exercer o direito inegável é uma bela resposta!
Esconder as mazelas dos fundos de pensão resolveu o problema? me digam? claro que não! a conta chegou! Pagamos pelo rombo criado por atitudes inescrupulosas com o dinheiro público e particular dos participantes, confiando nas instituições e seus gestores, nas associações e sindicatos. Agora, corremos na busca de soluções por intermédio do parlamento, legisladores e ministério público fazendo investigações para punir culpados. Agora, articulamos associações para ações conjuntas na justiça contra os responsáveis e para apuração do valor estritamente devido por circunstâncias da conjuntura econômica, apartados da gestão temerária apontada pela Comissão Parlamentar de Inquérito.
Esconder que atletas se dopando resolve? claro que não! quem não viu a Rússia devolver medalhas e a proibição de vinda de atletas? Agora, vivemos o momento em que esconder não pode ser a opção acertada!
Esconder que fiquei grávida dura os nove meses? claro que não! talvez no meu caso sim, porque não estou!
Esconder que gosto de azul, gostei do vermelho e que você continua gostando do vermelho resolve? não creio, mesmo que resolvesse...pra quê? se é possível aceitar gostos diferentes se não se trata do CERTO, do LEGAL, do MORAL?
Direitos humanos sim, algo impensável de ser negociado!
Desejo compor uma NAÇÃO! QUEM VEM COMIGO?

terça-feira, 5 de abril de 2016

PULSA


Nossa casa tinha um coração que mantinha quente as paredes, dava vida às esquinas e ângulos dos tijolos.

Corriam nela veias, pelo branco das paredes, e se desalinhavam no trajeto linear das lajotas.

Nossa casa estava viva no desarrumar dos anti-derrapantes.

Trocaria, como nunca desejei menos antes, mesmo desconfiando do quão pior seria esta amputação, se amputados de sua presença.

Essa casa tinha um coração. Um coração silencioso e forte, presente em tudo por estar atento, por cuidar sem alarde. Mãos silenciosas de uma proteção tocando nossas almas, acompanhando nossos movimentos. Olhar minucioso sobre os cantos preenchidos, poltronas vazias, luzes acesas, chegadas e saídas. Olfato apurado em anos de lições de amor por nós. "Aonde estão os meus ausentes?"

Pelos passos lentos e certeiros alcançava toda a casa aonde pudesse estender suas veias a proteger-nos no carinho da guardiã.

Restaram as paredes brancas, a luz acesa e sua falta gritando nos meus ouvidos.

O coração parou e pulsa na minha alma como nunca antes tão mais forte porque distante de meus olhos.

Quem te ampara agora? Quem lhe dá o pulso do amor para estender seu zêlo?

Que hajam seres capazes de te alcançar aonde não lhe posso proteger.

quarta-feira, 2 de março de 2016

DESAFIO DE ALICIA

Once upon a time a girl...a blog...a challenge: definir ˜sucesso" ! E Alicia inquietou desde então. O que será este Sucesso, ela quer saber...


Pensei: "- Senta que lá vem história".

Desde do dia do desafio, a sublegenda das minhas madrugadas, manhãs, intervalos de tarefas, o minuto do olhar para minha cãzinha, dos diálogos com Sheik, os balõezinhos das conversas com criaturas, nada ficou igual.

O curioso foi encontrar Sucesso em detalhes e momento pequenos. Sucesso estava por ali, o tempo todo e por vezes a gente nem estava olhando.

Atentei que Sucesso está nos olhos se estiver no coração. E aí, não tem "adutor"(?) da embreagem quebrado pra tirar alguém do sério mesmo que esteja em via pública ao meio-dia com motoristas buzinando e com "Bota o carro pra cima da calçada!" soando nos ouvidos. Pois tem a superação, a ajuda menos esperada, a conversa tola sobre a embreagem, as breves horas e a solução na mecânica mudando a cena, pra tudo tem uma solução. Putz, aí tem Sucesso...!  Tirar desse caos um sentido em atitudes de outra natureza, enxergá-las e levá-las para reconstruir seu personagem de vida.

Desafio inesperado e superação é uma conta boa, mas pra ganhar a moeda de ouro que leva pra fase 2 do game precisa aguçar os sentidos e capturar a locução de outras vidas e por fim engrandecer a própria alma. Aí a conta fecha. Sucesso! Qualquer expectativa banal de sobrevivência, como tirar um cochilo na tarde para compensar a série de madrugadas não dormidas é menos que enfrentar um inesperado desafio de se confrontar com as peculiares das almas pelas atitudes de toda espécie e possibilidades da raça humana.

Aliás, falando em Mecânica, o Sr.Diniz da mecânica é Sucesso...longo tempo na praça, tem seu negócio há num mínimo de 40 anos, e o luxo pra ele está em Minas Gerais, é lá,  de dezembro a março,  com a irmã que ele encontra Sucesso, mas deixa também Sucesso por aqui. Quem chega no Diniz, encontra o mesmo espírito Diniz de proximidade e atenção do seu criador em mecânicos e gerentes...pessoas ligadas nas atitudes, na iniciativa. Dá pra saber pelos mecânicos, pela administradora, pelo atendimento enfim, a fórmula de levar Sucesso em suas viagens de reencontro com Minas e deixar Sucesso com eles dar certo.

Veja que Sucesso chega e se percebe porque acrescenta diferença nos valores de quem se deixou contagiar.

As conversas despretensiosas, as diversidades mudaram a minha liga daquela tarde. A conquista de território no impagável contato com habitantes do planeta este é o Sucesso desta personagem. O game muda de "fase" com este gatilho apontado.

Mas expectativa de Sucesso é peculiar, própria, única, mesmo que a fórmula seja a mesma: desafio, superação e percepção. O que é desafio, o que é superação e, especialmente, o que engrandece cada alma e a faz sacar: "Putz, mudei de fase!", isto cada um sabe de si.
















segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

#NãoEhBrincadeira







Ex-chefe da agência antidoping russa morre meses após escândalo no esporte do país

AFP

DIVULGAÇÃO
Nikita Kamayev, ex-chefe da agência antidoping da Rússia
Nikita Kamayev, ex-chefe da agência antidoping da Rússia
Nikita Kamayev, ex-chefe da agência antidoping da Rússia, morreu subitamente de um ataque cardíaco, segundo revelou a própria Rusada nesta segunda-feira.
O dirigente renunciou ao cargo em dezembro do ano passado depois do escândalo que abalou o esporte no país, com a acusação de que a agência antidoping russa escondeu inúmeros resultados positivos de atletas dopados.







"O ex-diretor executivo da Rusada morreu subitamente aos 52 anos de idade. A causa é presumida ser um ataque cardíaco", escreveu a Rusada em comunicado. "É uma grande e inesperada perda para nós", afirmou a diretora-geral interina da entidade, Anna Antseliovich -que assumiu após a saída de Kamayev - à agência R-Sport.
Segundo Ramil Khabraiyev, outro ex-diretor-geral da agência nacional russa, ele passou mal enquanto esquiava durante a manhã desta segunda.
"Eu nunca ouvi antes disso que ele tivesse problemas cardíacos. Talvez sua esposa sabia sobre algum problema", declarou o dirigente.
Nikita Kamayev renunciou ao lado de outros três altos diretores da Rusada depois que investigação feita por uma comissão independente da Agência Mundial Antidoping (Wada) acusou a Rússia de violações constantes de exames e permitir que atletas suspensos competissem. Tanta a Rusada quanto o laboratório antidoping em Moscou credenciado para fazer os testes foram suspensos.
Tais dirigentes saíram após o presidente russo, Vladimir Putin, cobrar que diretores, técnicos e atletas assumissem responsabilidade por envolvimento ou cumplicidade com o doping. Nikita Kamayev chamou a investigação de "completo non sense".
A Rusada afirmou que Kamayev era "um gestor experiente e compreensivo", que "conseguiu criar uma atmosfera amigável entre os funcionários".
Sua morte acontece quando inspetores da federação internacional de atletismo (Iaaf) se preparam para dois dias de visitas à Rússia para avaliar os esforços antidoping depois que atletas do país foram suspensos de competições internacionais.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

MODELO SUV OLÍMPICO

"SUV (do inglês Sport Utility Vehicle) que significa “veículo utilitário esportivo”. É um tipo de automóvel com características dos veículos de passeio e dos veículos todo o terreno (off-road) aliando conforto, espaço e versatilidade. Tem origem nos veículos para fins militares, fabricados por ocasião da II Guerra Mundial tais como os das marcas Jeep, popularmente conhecidos no Brasil como jipe.Os fabricantes de automóveis têm conseguido novos modelos de SUV que associam moderno design, robustez e relativa diminuição do consumo. No entanto, os SUV têm recebido críticas referentes ao forte impacto causados pelo seu peso, que acarreta um aumento dos danos em caso de colisão com outros veículos.Os SUV foram muito populares nos Estados Unidos entre 1990 e 2000. Com a subida dos preços dos combustíveis, e devido ao alto consumo exigido por esses veículos, a popularidade diminuiu."
Se espera baixo consumo, procure outro SUV. 


O modelo olímpico tem design particular, robustez e resiliência, com a suprema diferença na agilidade de resposta em qualquer terreno. 

Friendly model for all, por se dizer.
 

Versátil sob condições adversas de tempo, temperatura e terreno, o lançamento olímpico vem equipado com o que os consumidores mais exigentes batizaram de "banda larga" referindo-se à capacidade de resposta para problemas em multiplataformas, um avanço tecnológico nos componentes de bordo incorporado ao modelo Rio 2016 para superar os impactos dos terrenos instáveis na performance do SUV. A resposta é percebida em alta velocidade nas tomadas de curva. Com características amigáveis, dispositivos no painel frontal permitem ao piloto perceber e compensar as imperfeições do terreno com grau de antecipação de 5" e margem de erro de 1%. T

Testes realizados nos últimos quatro anos em três continentes - americano, europeu e oceania - projetaram a popularidade do Modelo Olímpico na comunidade científica, no entanto, a estratégia de lançamento atinge com cuidado o mercado interno pouco adaptado à qualidade das inovações. 

Com lançamento anunciado para 18 de março próximo, recaem sobre o dia adversidades a serem superadas para o êxito do projeto.  Condições sanitárias adversas no local de lançamento. Vício de baixo desempenho da equipe de testes com alto comprometimento e impacto no desempenho do SUV.
 

A  data da prova preliminar para superação de intempéries sistêmicas por cada integrante da equipe de testes está posta. 

O SUV  banda larga está em fase de deixar de agir como utilitário da equipe de testes para ser lançado ao consumidor. Superação. Desafio.

#SUVbandalargateamo
#porvoce




segunda-feira, 23 de novembro de 2015

SOBRE COMO LIMPAR A MESA E ENCHER A MENTE DE MOMENTOS...

Olho esta mesa e nela o branco do vazio de papéis, canetas, pastas, documentos, compromissos...
Nela, o branco de estar livre de prisões e largar no intervalo da saudade as lembranças de você, de mim, de outros, de vida e de intervalos.

Estou perfeita por existir no conjunto de você, de meu amor por você, por sua linda filha, por nossos momentos, na prévia de procurar o vestido ideal da madrinha criada na cabeça doce de quem me queria perto...atenção nunca esquecida seja na delícia de fazer desta grande data a pré=estréia de nosso dia. Que semana! que felicidade partilhar momento lindo de linda Alicia! Seja na delícia de pensar na lembrança que fosse a nossa cara para os convidados a levarem para sempre em seus dias. O carinho que abraçasse nossos convidados.  A pré-estréia da Alicia em seu mundo novo preencheu um mundo desconhecido de emoção e iniciou uma jornada direto para as estrelas.
Limpar a mesa de acúmulos me levou ao lugar certo: ao registro das memórias para sempre em meu DNA. Nada para acumular do que não interessa. 
Acumulo somente memórias. Todas elas. Perfeitas em emoção na memória de Pedra Lua, do altar criado com dois filhos do outro lado, um filho me apoiando na entrada e eu magnífica te olhando com os olhos do eterno amor e ouvidos para sempre completos de sua doce voz me dizendo e fazendo a mulher mais ˜beautiful to you˜

Começo de um tempo que não quero que nunca se acabe....

sábado, 14 de novembro de 2015

PINK LEMONADE LOVE

Das frutas vermelhas ensopadas em gelo, limões Sicilianos e Tahiti, três pedras de gelo na inusitada jarra para se beber de canudo...
O olhar desconfiado de que daria certo e curioso pelo gosto possível. Claro, no controle do risco, vamos saber o gosto primeiro da jarra da vizinha patroa. Pode dar liga!
E voilá!
Só não perdeu, por muito pouco do hamburguer por milagre. 
O refrescante drink refresco tirou a mais alta graduação na escala iguarias esquisitas dos últimos tempos....
Aplausos ao Meats São Paulo, estrelinhas com um 9.8 surpreendente para o hamburguer de todos os tempos, companhia perfeita da Pink Lemonade visionário...visualizo está como a receita para fazer em casa e receber filhos e amigos e com possibilidade de versão vegetariana (que ouvidos fanáticos não me ouçam) para aquele casalzinho especial.
Nas horas de experimente comidas especiais como não pensar nos que amamos?
Ah...todos têm que compartilhar como naquele grande dia especial de um 24 de janeiro de 2015.
Na sequência, fotos da jornada com muitas curtidas, muitos Hmmmm, delícia, maravilha, vamos fazer em casa... E fotos muitas fotos em story board do começo do fim...aí, ta acabando...vou pegar o seu último pedaço e...Socorrro! Acabou!!!








domingo, 8 de novembro de 2015

TERRA


Planet Earth - amazing and very Important.To help spread awareness, please share.
Posted by Best Video You Will Ever See on Sábado, 7 de novembro de 2015

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Spaghetti aquecendo o estômago do coração! Pode?

Carbonara e o mundo volta a ter equilíbrio!
Quando ele ta em casa e curte cozinhar pra nós dois, curte a vida a dois, curte  curte curte...

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Sou Penelopy, me ame assim.

Me dê sua atenção, te chamo no latido de minha surdez, um desafinado som porque nem sequer me escuto mais. Quero o biscoito, a comida saída da latinha baixinha, sabe? Lembrou? esse é o carinho quentinho na minha alma. Acho que me lembro da infância na nossa casa de dois andares. Lá era comida de verdade.

Vamos pra fisioterapia hoje? ah, não! tá frio e a cama boa. Ta bom... você coloca a comida da latinha aí acho que acordo de vez e vamos. Ah, é aquele carinha do taxidog? saco! vou ficar com medo de novo, sorte que na fisiovet tem a minha outra caminha.

Me chamam de turrona, rabugenta nem se lembram que cresci junto e cuidei de dois garotos durante meus dezessete anos, subi e desci muita escada para saber se estavam bem e em casa, isto me valeu longos dias entrevada sem poder andar com dores, sem reclamar. 

Que fiz duas grandes cirurgias, daquelas de mulher nenhuma passar sem depressão, aguentei os curativos, a roupa justa e o cone de proteção e nem por isto chorei à noite, mordi meus enfermeiros de casa nem do hospital, sempre fui dócil. Mordi canelas, sim. Quem não faria? aquele pedreiro estava pulando a janela de casa e o síndico apareceu do nada na escada pareciam suspeitos. Agressão somente em defesa dos humanos que moram comigo, estes defendo, defendo sim e cuido e cuidei por dezessete anos. 

Abanei muito o rabo e fiz festinha nas chegadas destes humanos. Ah...quando bebê ainda, tinha a urina fácil quando me emocionava com estas chegadas e também por medo. Medo de descer para andar na portaria (para quê precisavam me levar? era tudo tão fora do controle! era tudo tão maior do que eu!).

Tento me defender da visão que me falta, da surdez que me torna frágil, das pernas que não ajudam mais.Nem agrido ninguém, nem mesmo latir. O latido só é pra dizer que preciso de ajuda. Que não consigo andar, que estou com fome, que não sei onde está minha comida...só pra você não se esquecer...hoje sou eu a frágil.

Sabia há pouco tempo reconhecer o vulto daquela humana trazendo o biscoito, a vasilha com água fresca. Hoje me guio apenas pela luz e o branco das paredes. Nem sei como era enxergar antes, então isto é estar viva e dizer me cuide, me dê seu minuto mas me dê só quando eu preciso me sentir segura, chegar sem avisar me assusta, levantar a mão pode ser que vai alcançar e ferir meus olhos ou machucar meu focinho. Meu espaço, só percebo estar mantido se chegar de mansinho, me tocar onde não sinto a dor da idade, que até nem me queixo nós duas temos um acordo de respeito... E assim continuo, cochilando, me virando e vivendo com você na nossa história para jamais nos esquecermos de como podemos ser felizes sem invasão e com respeito.

Sou uma anciã jovem amando os passos por onde ainda posso ir, com a presença de outros  passos conhecidos, à frente, a me guiarem.

Apenas me ame à distância e hora certa do respeito pela minha idade.

Não sou rabugenta, sou Penélope ainda ˜a charmosa˜, apenas uma idosa na nossa família.


segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Beauvoir nos cabelos

Nem por isto o castanho e mais, sim, o loiro inesperado.

E por que Beauvoir?

Por descabelar,

Rebelar,

Retorcer,

Desarrumar,

Surpreender!

Espelhar no imperativo.

O loiro impossível do quem posso e sou, e daí?

Inquietude em seqüência de longos dias,  tédio de dias indo e vindo e explodidos em fios blonds, pelo acaso tropecei naquelas fotos.

Aquelas imagens autodescritivas poderiam ou mesmo tinham legenda, mas estava fácil, nada a acrescentar: estava ali! O equilíbrio do planeta de volta! Ali entendi novamente o processo dos passados cabelos azuis e roxos traduzindo o que se passava por dentro. Como pude deixar aquela sensação boa da irreverência  tanto tempo longe de mim? Agora sim, senti poder de novo.

Aqueles cabelos na certa são a legenda dos dias de hoje. Tradução em silver e black do impossível.

Importa o jeito. Desprogramável na mesma vida.

Improviso sem Chopin e com Ravel.





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